Famurs participa do lançamento da Frente Parlamentar em defesa dos municípios sem acesso asfáltico

12/07/2019 20:04

Na próxima terça-feira, dia 16 de julho, a Famurs participa do lançamento da Frente Parlamentar em defesa dos municípios sem acesso asfáltico. O ato será realizado no Memorial do Legislativo (Rua Duque de Caxias, 1029 – Centro Histórico, Porto Alegre), a partir das 11h. A Frente Parlamentar, proposta pelo deputado Eduardo Loureiro, tem por objetivo a defesa, o debate, o diagnóstico e a mobilização dos municípios gaúchos que aguardam pavimentação asfáltica.

De acordo com levantamento realizado pela área de Segurança Pública, Mobilidade e Trânsito da Famurs, atualmente são 62 municípios que ainda não possuem acesso asfáltico no Rio Grande do Sul. Para o presidente da Federação, Dudu Freire, a situação e “uma verdadeira covardia que acaba travando o progresso dessas comunidades e a gente precisa enfrentar esse problema de frente, agora com o apoio organizado da Assembleia Legislativa através da criação de uma comissão especifica para tratar do assunto” declarou.

Presidente da Comissão de Assuntos Municipais, o deputado Eduardo Loureiro acredita que a criação da Frente Parlamentar reforçará a luta em defesa dos municípios que não possuem acesso asfáltico. “Nós sabemos que os municípios que não tem acesso pavimentado têm muitas dificuldades para construir o seu desenvolvimento, para atrair investimentos, para escoar a produção. Essa luta precisa contar com a apoio não só dos municípios, mas da Assembleia, da Famurs e temos que mobilizar, acima de tudo, as nossas comunidades em torno desta temática que é uma das mais importantes para o municipalismo aqui no RS”, afirmou Loureiro.

Conforme os deputados que integram a Frente Parlamentar, o acesso asfáltico é preponderante para o progresso e o desenvolvimento das comunidades no interior, sendo que algumas aguardam há mais de vinte anos pela ligação asfáltica. Se contemplados, os municípios ganharão maior integração com as demais regiões e acesso a determinados bens e serviços; os custos de escoamento da produção se tornarão menos onerosos; além de proporcionar maior conforto e rapidez no trânsito e qualidade vida para a população.