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Artigo 22/05/2014 Famurs: entre o balanço e o futuro Por Seger Menegaz

A atual diretoria da Famurs – que assumiu no ano passado e encerra seu mandato no próximo mês – colocou em prática um reposicionamento administrativo, financeiro e político da entidade. Nosso objetivo, para além de resolver os problemas cotidianos, era ampliar ainda mais a importância desta que é uma das mais antigas e importantes organizações municipalistas do país.

Ao assumir o comando da Federação, um imenso desafio estrutural precisou ser enfrentado: o déficit chegava a quase R$ 510 mil. Executando um plano que envolveu corte de despesas desnecessárias e expansão de receitas, essa situação foi revertida em apenas quatro meses. O sucesso desse esforço foi tamanho que, em março, a gestão 2013/2014 registrava um superávit de R$ 526 mil.

Tudo isso foi feito sem que a Famurs perdesse sua força. Pelo contrário: ficou ainda mais centrada em seus papeis essenciais. A conquista da estabilidade financeira foi acompanhada pelo aumento do protagonismo como instituição. Seu vigor político e sua visibilidade pública tiveram uma grande ampliação.

Participamos da discussão de grandes pautas estaduais e nacionais, como o envio de sugestões para o texto da Lei Kiss e o posicionamento diante de temas como demarcações indígenas. Levantamos nossas bandeiras e buscamos sensibilizar a opinião pública sobre as dificuldades vividas pelos gestores municipais por meio de iniciativas como a 3ª Marcha Gaúcha dos Prefeitos, que teve como tema “Mais recursos, mais autonomia”.

Propusemos reflexões e sugerimos reformas estruturais, trazendo para a pauta a necessidade de um novo pacto federativo, demanda principal da Assembleia Geral de Verão. Qualificamos nossos serviços de assessoria técnica, implementando ferramentas como o Portal Orienta, plataforma que disponibiliza informações sobre os principais temas de interesse dos quadros das prefeituras. Adquirimos credibilidade como fonte de informação e, assim, ampliamos a visibilidade diante da população.

Os avanços decorrem da postura combativa e independente que a Famurs adotou – sem ser oposicionista ou governista, mas municipalista de fato! No final deste mês, um novo presidente será escolhido. A gestão que vem pela frente tem a missão de seguir nesse rumo e expandir as conquistas. Que fique bem entendido: a Famurs não é dos prefeitos, é sim uma entidade que representa legitimamente os municípios e todos os municipalistas, entre eles vereadores(as), secretários(as) e, claro, vice-prefeitos(as) e chefes do Executivo.

Entre outras ações, a entidade necessita acelerar o processo de descentralização e interiorização, aproximando-se ainda mais das comunidades locais para melhor responder às suas demandas. Também deve reforçar sua estrutura de assessoria para os prefeitos e prefeitas. Mas, acima de tudo, precisa manter e ampliar seu protagonismo no Rio Grande do Sul. Em um ano eleitoral, a relevância e a responsabilidade da instituição aumentam. E a Famurs saberá responder a essas expectativas.

*1º vice-presidente da Famurs e prefeito de Tapejara

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